Não voltemos à escravidão!

E lá estavam os hebreus, filhos de Israel gemendo pelas muitas aflições que passavam debaixo do jugo da escravidão no Egito...


E lá estavam os hebreus, filhos de Israel gemendo pelas muitas aflições que passavam debaixo do jugo da escravidão no Egito.

E Deus ouvindo os seus clamores, pois eram povo escolhido, os libertou de forma extraordinária, assinou a carta de alforria da dura servidão e começou a conduzi-los a uma terra que manava leite e mel.

E durante toda a jornada até a terra prometida Deus os guiou e os supriu de todas as suas necessidades.

Se precisavam de sombra, Deus os dava, se precisavam de fogo para aquecê-los e espantar animais do deserto, sempre o tinham, e também roupas que não ficavam velhas, sandálias que não se gastavam, água e comida sempre fresca provindas dos céus.

Mas a graça e benevolência de Deus não estavam mais os satisfazendo pois a ingratidão e a murmuração haviam tomado conta de seus corações. 

E sentiram saudades de voltar à velha vida no Egito, pois lá podiam desfrutar de pequenos e passageiros prazeres carnais. 

E nisso estava pensando se as vezes não imitamos esse povo, murmurando e desejando voltar às antigas práticas da servidão do pecado, pequenos prazeres que o mundo proporciona para nossa carne, nosso ego.

Mesmos depois de já termos sido libertos através do sacrifício redentor de Cristo na Cruz.

Que não sejamos como os hebreus que depois de libertos por Deus da escravidão do Egito, sentiram saudades dos prazeres momentâneos que lá tiveram (comida) e que para lá desejaram voltar sem ao menos lembrar que tinham esses pequenos prazeres debaixo do jugo da escravidão.

Olhemos para a Terra Prometida, para a Cidade Celestial que Deus está nos conduzindo, sem sentir saudades de qualquer prazer carnal do tempo da escravidão que o pecado podia nos proporcionar, e sempre trazendo à memória o único que pode nos dar esperança, Jesus Cristo nosso libertador e que o gozo de estar em paz e na presença de Deus é incomparavelmente maior do que qualquer prazer passageiro que possamos já ter tido quando escravos do nosso coração enganoso.

Olhemos para a Cruz!


Grácia Carolina Donadeli


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